29 de dezembro de 2014

E acabou…

Esse foi difícil, hein?! Demais. Eu podia ficar aqui listando tudo o que deu errado, todos os problemas, as pessoas que se foram, as mudanças que aconteceram… Mas, não. Prefiro lembrar das coisas que aprendi. E como aprendi nesse ano…

Aprendi que quando você não tem coragem pra tomar uma decisão, vem a vida e toma por você. Normalmente não do jeito mais fácil ou agradável, mas meio te dando um tapa na cara pra acordar que se não mudar agora, não muda mais.

Aprendi que não importa o quanto você está triste, sofrendo ou com preocupações, a vida não para pra esperar que tudo se ajeite. E que tem muito aproveitador por aí esperando só esse momento de fraqueza pra te prejudicar.

Aprendi que as pessoas se vão quando têm que ir. Seja no início ou no fim do ano. Seja quando tudo está dando errado ou quando começa a melhorar. Elas se vão. E cabe a você compreender isso, enviar luz e administrar a saudade que fica.

Aprendi que amores podem ser diferentes (e devem ser!) e que nem todo mundo está preparado para aceitar isso. Talvez nem eu. E é bem possível que alguém saia magoado disso.

Aprendi que nada vale mais do a sua saúde física, mental, emocional e espiritual. Nem que para mantê-las você tenha que abrir mão de alguns sonhos (ou deixá-los guardados numa caixinha temporariamente).

Aprendi que as pessoas são muito mais importantes do que as coisas, mas que também dói bastante abrir mão da sua primeira casa, seus primeiros móveis, seu primeiro sonho de liberdade.

Tive a certeza de que os pais são os seres mais importantes na nossa caminhada nessa vida. Que ainda que às vezes a convivência seja difícil, eles são os únicos que vão te compreender tão completamente que mesmo que você tente esconder o que sente, eles vão entender e te ajudar antes que você possa pedir. E você vai chorar e agradecer.

Aprendi que dá pra ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Mas que precisa de muuuita organização, empenho e network.

Aprendi (de novo e de novo!) que ansiedade e medo não levam a nada. Que o importante é viver o hoje e, se der medo, vai com medo mesmo. Mas que também preciso aceitar que as crises vão surgir e me deixar sem ar e fazer tremer e querer me fechar pra nunca mais sentir isso. Mas isso passa, normalmente em menos de 5 minutos. E acontece com cada vez menos frequência.

Aprendi que é a mente que controla tudo. Mantê-la em equilíbrio é a chave pra todos os problemas. E que meditação e atividade física ajudam em 100% dos casos. “Inspira, Respira, Não pira.”

Confirmei o quanto a fé em Deus e nos orixás me ampara. O quanto me abrir ao mundo espiritual física e mentalmente me faz bem, me põe no eixo de novo. Mas que nem tudo é influência de outro mundo ou energia negativa. Na maior parte das vezes a minha cabeça é a maior culpada pelas sensações ruins. “Inspira, Respira, Não pira!”

Aprendi que só podemos ser felizes com o outro quando aprendemos a ser com nós mesmos. Ter o meu tempo e espaço sozinha é essencial. E aprendi que esse “outro” pode chegar quando você menos espera. Numa reunião entre amigos, no trabalho, numa fila de banco ou numa viagem pra Passa Quatro.

Aprendi, enfim, que enquanto você fica triste pensando que deu um passo atrás, na verdade é só a vida te puxando como num estilingue, pra te jogar lá pra frente.

Que 2015 tenha mais paz, mais tranquilidade, mais amor, menos dor, menos perdas, mas tantos aprendizados quanto em 2014. Afinal, qual a graça da vida senão for assim?


18 de novembro de 2014

Quando a vida acontece…

“Os momentos mais felizes que passamos quase nunca são registradas em fotos.”

Sempre gostei muito de fotos. Um dos primeiros presentes que lembro de ter ganho no Natal quando criança foi uma câmera fotográfica. Foi um Natal meio estranho, mas lembro como se fosse hoje da alegria ao abrir o embrulho e encontrar o que tinha pedido e sabia que meus pais tinham comprado com certo esforço. Era uma câmera preta, de filme (ééé, a idade…) e eu levava para todo canto. Mais feliz do que tirar as fotos, só quando as buscava reveladas. Álbuns de fotos dos outros? Passo horas olhando, viajando, guardando referências de viagens…

Mas desde que li essa frase acima, me dei conta de como ela faz sentido. Penso em quantas vezes volto pra casa depois de um passeio e me dou conta de que não tirei uma foto a noite toda. Às vezes bate um arrependimento, vontade de ter uma lembrança física, mas a verdade é que, nos melhores momentos, a gente nem lembra que o celular tira foto, que existem as selfies pra postar, nem que tem um celular na bolsa. As fotografias tornam-se mentais, lembranças, memórias. E no último fim de semana tive mais uma prova disso.

Foi uma viagem com tantas fotos reais e lindas tiradas, tantas paisagens, pessoas, passeios incríveis. Mas os melhores momentos dessas quase 48 horas não têm registros digitais ou físicos, somente mentais e emocionais. A sensação da terra embaixo do corpo, o cheiro da grama, a estrela cadente passando, o vento frio competindo com o abraço quente, o nervoso da aproximação, as risadas, as conversas filosóficas (ou nem um pouco), os novos amigos, o Sol no corpo, as massagens, os suspiros, as piadas internas, a sensação de felicidade e paz…

Continuo amando fotografia – e elas foram parte essencial e especial desses momentos -, mas venho aprendendo que quando elas não fazem falta é quando estou ocupada vivendo…


29 de agosto de 2014

Sobre macacos, aranhas, vacas e afins

*Esse texto surgiu a partir do caso de racismo sofrido pelo goleiro do Santos Aranha no jogo de ontem contra o Grêmio.

Não importa o que os otimistas e iludidos falem, nós ainda vivemos em um mundo e um país essencialmente patriarcal, racista, homofóbico e misógino. Não são somente casos isolados, não é somente no quintal do vizinho. É aqui, é hoje, é dentro de casa e é com muita gente.

Nos momentos de fatos como o de ontem com o Aranha, todo mundo é bonzinho, fica indignado, posta no Facebook, mas isso é realmente sincero? Resolve alguma coisa?
Eu vejo que o problema está na falta de atitude e combate contra essas atitudes. Mas não por parte das “minorias” vitimizadas como negros, mulheres e gays. Esses têm tentado fazer a sua parte. Mas nada muda enquanto a “maioria” que não sofre com isso não se mobilizar.

Explico:
– Patriarcalismo: ideologia na qual o homem, em especial o pai, é a maior autoridade, restando aos outros serem subordinados a ele. Sério mesmo que em 2014 ainda temos que ouvir que o homem deve ser o responsável pelo sustento da família? Que ele é o chefe e a palavra final dentro de casa é dele? As mulheres já lutam há anos pelos direitos de estudar, trabalhar e ganhar seu dinheiro, mas depois disso tudo, chegar em casa e ver seu marido de cara feia porque você ganhou mais do que ele esse mês é de chorar. Que a responsabilidade de criar os filhos, trocar fralda, fazer comida é da mulher? Homens, cabe a vocês ajudar a mudar essa visão. A gente já tem feito a nossa parte enfrentando os leões lá fora, está na hora de vocês se orgulharem de que ajudam a cuidar da casa, a dar banho nos filhos, sentir orgulho de ter ao seu lado uma mulher batalhadora e inteligente que ganha tão bem quanto você e divide financeiramente com você a responsabilidade das contas e os prazeres do lazer. Homem de verdade não tem medo disso. Isso nos leva ao próximo tópico:

– Misoginia: ódio, desprezo ou repulsa ao gênero feminino e características a ele associadas. Nesse momento, você, homem, pensa “eu não me encaixo nisso, amo as amulheres”. Então, aí vai a explicação: “A misoginia é manifestada em várias formas diferentes, de piadas, pornografia e violência ao autodesprezo que as mulheres são ensinadas a sentir pelos seus corpos”, diz o sociólogo Allan  G. Johnson. Você faz piada machista? Você passa cantada nas mulheres na rua? Você diz a sua filha que ela tem que voltar a tal hora enquanto o filho faz o que quer? Então, meu amigo, você está nesse grupo. E algumas mulheres também, aliás! Ter esses mesmos pensamentos, se sentir inferior aos homens e se sentir impura por ser mulher também é errado! De novo: nós, mulheres, temos feito a nossa parte, mas resolve só isso? Não. Quando as mulheres falam que se sentem ameaçadas por qualquer homem que cruze com elas na rua porque pode ser um potencial agressor, os homens deveriam se sentir ofendidos! Porque você, homem correto e de caráter que jamais abusaria de uma mulher, também está no grupo dos que nos causam medo. Os corretos pagam pelos pecadores, não é? Então, se mexa! Não faça cantadas para as mulheres na rua – seja com palavras ou não, porque buzinadas, assovios e aquele nojento som de chupada são tão ruins ou piores do que palavras -, não julgue uma mulher porque ela está com roupa curta ou porque tem vontade própria e dá em cima de você ao invés de esperar a sua atitude, defenda suas amigas dos babacas que fazem essas coisas. Não porque elas não sabem se defender, mas porque você também acha um absurdo fazerem isso com qualquer pessoa. É fácil dizer que as mulheres não são respeitadas no mundo árabe pela obrigatoriedade do véu, burca hijab e chamar uma mulher brasileira de vadia porque saiu de minissaia. Cuida do teu quintal antes de criticar o do vizinho.

– Racismo: a abolição da escravatura foi em 1888! 126 anos depois e ainda precisamos discutir o preconceito de cor? Neste país com maioria negra, com essa mistura toda, ainda temos negros sendo chamados de macacos?!!! De novo entra a questão “é um absurdo, jamais faria isso, mas eu sou branco, eles precisam lutar pelos direitos deles”. Eu sou branca e, quando acontece um crime como o de ontem da menina que xingou o Aranha de macaco, eu me sinto não só revoltada, como constrangida. Porquê da mesma forma que o homem bom paga pelo mau que abusa das mulheres, eu, como branca, pago pelos outros da mesma cor que ofendem os negros. O estigma de branco preconceito também recai sobre mim. Então, os brancos também precisam se unir aos negros contra o preconceito, contra o racismo. Não admita quando um amigo seu cometer um ato de racismo, critique, ensine, mude esse pensamento. Não aceite a crença vergonhosa de que negro é bandido ou inferior. Aja!

– Homofobia: dos tópicos apresentados aqui essa é a luta mais recente e uma das mais difíceis. Isso porque ela entra também nos conceitos de patriarcalismo e machismo. “Não tenho nada contra os gays, mas não queria que meu filho(a) fosse”, “Não tenho nada contra os gays, mas eles não precisam se beijar em público”, “Não tenho nada contra os gays, mas agora virou moda toda novela ter um casal assim né”. É tão difícil mesmo ver a incoerência nesses discursos? Quem respeita e aceita não impõe condições. “Você pode ser gay, mas vai ser assim lá no seu quarto onde eu não possa ver, nem saber” é o que tudo isso quer dizer. Mas já tem a maior Parada Gay do mundo em São Paulo, já têm os casais gays e lésbicos nas novelas, o que mais se pode fazer? Primeiro, parar de falar essas frases ridículas acima citadas. Se você aceita, aceita de qualquer jeito. Falta a movimentação dos héteros. Faltam os casais héteros dizerem, e praticarem, “se a gente pode se beijar e andar de mãos dadas em público, eles também podem”. Falta assumir que casal é casal e ponto. Não importa se é hétero, homo, trans ou qualquer outra denominação. Falta ensinar ao seu filho que isso é normal, faz parte da vida e que ele tem liberdade para ser o que ele quiser ser, sem julgamento. Tudo isso gira em torno de uma questão: todos fazemos parte da sociedade, logo, todos esses problemas – que nos atingem diretamente ou não – são nossa responsabilidade. O homofóbico, o misógino e o racista não são extraterrestres. Eles são pessoas, estão a sua volta e podem ser seus melhores amigos e você nem sabe. Olhe pra dentro de você e analise seus pensamentos, suas crenças, suas palavras. Todos temos nossos monstros internos, mas podemos curá-los. Tudo começa dentro de nós e dentro de casa. Quem sabe assim, não demore tanto tempo para que casos de racismo como de ontem sejam só histórias de gerações passadas.


11 de maio de 2014

Coisas que eu nunca te falei

Vi um vídeo essa semana com mães homenageando as filhas – que também já são mães – e falando várias coisas que nunca haviam dito antes. Resolvi roubar a ideia, mas como não sou mãe, fica um pouco diferente.

Dizem que mães são todas iguais, só muda o endereço… mas também cada filho diz que sua mãe é a melhor do mundo. Acredito que as duas frases devem ser verdadeiras, mas, pra mim, você (além de ser a melhor do mundo) também tem características exclusivas e especiais.

Eu sempre digo pra todo mundo com muito orgulho, mas acho que nunca disse pra você, que te considero minha melhor amiga. Sempre foi. Mesmo quando era a adolescente chata, birrenta e que chamava várias outras de melhores amigas. Mas só pra você sempre confidenciei tudo, mesmo quando eram coisas tristes, problemas ou assuntos tão delicados que tinha vergonha e precisava tomar coragem pra contar. Por mais difícil que fosse, não poder me abrir com você sempre trazia uma sensação mil vezes pior.

Nunca te falei também o quanto te acho forte. Meu Deus, quantas vezes eu já quis ter metade da sua força pra suportar as coisas, segurar a onda e me manter em pé. Você sempre esteve. Mesmo nos momentos em que podia – e deveria – se deixar enfraquecer e ser amparada. Eu sempre lembro como você foi firme quando a vovó faleceu, mesmo sendo a única filha (mulher) e sabendo que estava completamente destroçada por dentro. Ou quando nos momentos de dificuldades financeiras, você sempre segurou a barra de manter o astral de todos pra cima e foi buscar alternativas de conseguir um dinheirinho com suas vendas de bijus, lingeries e o que mais precisasse. Forte nos momentos em que nem sabia o que fazer ou falar, mas só respirava fundo, fazia aquelas suas orações internas e seguia em frente com a intuição. E quase sempre dava certo.

Nunca te disse como admiro sua fé. I-na-ba-lá-vel! Não importa o quanto puderem tentar te fazer desacreditar, mistificar, atrapalhar, jamais conseguirão. Afinal, nosso Pai e os orixás são maiores do que tudo, como você me ensinou. Eu aqui, no meu começo de estudo da Umbanda – fortemente incentivado por você, aliás -, desejo chegar ao grau de conhecimento que você tem sobre o assunto e conseguir manter minha fé sempre assim, constante e firme.

Sua energia, sua força de vontade, seu ânimo, sua característica de ser pau pra toda obra. Às vezes fico cansada só de ouvir tudo o que você fez em um dia! E ainda guarda um gás se rolar algum programa legal pra noite. Eu nos meus 26 anos, muitas vezes só tenho vontade de ficar em casa no sofá.

Seu amor e sua boa vontade em ajudar os outros. Todo mundo e qualquer um! Sem se preocupar se é amigo, vizinho, conhecido, ou até uma pessoa não muito querida. Se você puder ajudar, fará de coração. Mesmo já tendo sido magoada por essas pessoas logo na sequência, o coração e os braços abertos nunca desistiram. Acho isso lindo!

Ontem você brincou sobre mãe ser o primeiro exemplo de beleza. Mas é claro que foi! Mesmo não chegando no seu nível de “peruíce”, hahaha, ver você sempre bem cuidada, arrumada, se produzindo pra sair, foi meu aprendizado de “ser feminina”. Você é linda! Morando separadas sinto tanta falta de me arrumar e parar na sua frente pra perguntar se a roupa está boa. E muitas vezes entender que não estava só pelo seu silêncio. Aliás, outra habilidade que nós temos: conversar sem palavras. Saber quando uma ou a outra está bem ou mal, precisando conversar ou ficar sozinha, só no olhar.

Por fim (porque eu já estou chorando escrevendo e sei que você também, lendo), o que talvez eu tenha dito poucas vezes é que tenho um orgulho imenso de você! De quem você é, de como você pensa, de como você vive, de tudo o que fez e faz por mim e pela nossa família e de ser sua filha. Cada vez que me ouço falando como você ou olho no espelho e vejo um traço em mim que lembra você, dou risada e agradeço à Deus por ter me dado a honra e a oportunidade de ser sua filha e sua amiga.

Te amo muito ontem, hoje e sempre! Feliz dia das mães!


1 de maio de 2014

Corpo são, mente sã... e o trabalho?

Nos últimos anos tem sido bem comum ouvir amigos ou colegas de trabalho comentando – e orgulhando-se – de trabalhar 10 ou 12 horas em um dia, às vezes vários dias na semana. Fazer hora extra e, na maioria das vezes, não receber por isso tem sido cada vez mais comum e aceitável entre profissionais de alto nível escolar. E quando falo dessas pessoas, não cito somente executivos, gerentes e profissionais com cargos de liderança. Também incluem-se nesses casos analistas, assistentes e estagiários. O que mais me assusta é que esse trabalho “grátis” além do expediente é, muitas vezes, visto como vantagem, dedicação e recompensado com reconhecimentos e promoções de cargo.

Não me acho dona da razão, mas na minha opinião, algo está muito errado. Em séculos passados era comum a carga horária extensiva, de 16 ou 18 horas, ou até mesmo ininterrupta como antes da Revolução Industrial. Afinal, não havia regulamentação, CLT, controle, etc. Quanto lutamos para que a jornada de trabalho de 44 horas semanais fosse aceita? Para que a norma implementada inicialmente por Henry Ford de 8 horas de trabalho, 8 horas de lazer, 8 horas de descanso fosse regulamentada? Estamos em 1º de maio de 2014, Dia do Trabalho, e a impressão é que estamos voltando no tempo.

Sim, em alguns casos, é normal trabalhar além do horário para um projeto especial ou em um imprevisto. Mas, diariamente ou metade dos dias  da semana está errado. Ou há falta de organização ou a demanda está maior do que o profissional pode assumir. Eu não consigo imaginar que um profissional que já esteja trabalhando há 10 horas  ainda consiga ser produtivo e cumprir suas funções com qualidade. O descanso – do corpo e da mente – é essencial para um bom desenvolvimento do trabalho. O difícil é que as pessoas que não se adequam a esse ambiente de trabalho excessivo são vistas como preguiçosas, folgadas e têm dificuldade em se encaixar nas empresas.

É muito importante gostar do trabalho que você faz, é essencial sentir-se bem no seu ambiente de trabalho, mas daí a passar mais tempo nesse ambiente do que na sua casa com a sua família ou divertindo-se com amigos surge uma grande diferença. A ferramenta dos profissionais de hoje é sua mente e se ela não é respeitada e bem tratada, o resultado certamente será negativo.

“Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente” – Jiddu Krishnamurti, filósofo e educador indiano