Beatriz Franco, de Santos
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu, ontem, pela anulação da segunda fase do Exame de Ordem, que habilita bacharéis de direito a exercerem a advocacia. Na Baixada Santista, 199 candidatos que foram aprovados para a segunda fase serão atingidos pela decisão. Um novo exame foi marcado para o dia 11 de abril.
A correção das provas tinha sido suspensa na semana passada devido a suspeitas de vazamento do gabarito. A decisão pela anulação foi tomada pelo Colégio de Presidentes das 27 seccionais da OAB. Foram 23 votos pela anulação total, dois pela parcial e uma abstenção.
O presidente da OAB de São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, acredita que foi o melhor para a credibilidade do exame. “Lamentavelmente tivemos que enfrentar essa situação de que houve irregularidade no Exame de Ordem e levar à anulação dessa segunda fase, o que traz transtornos para os candidatos e para a instituição. Mas a credibilidade do exame estava em jogo e isso nos levou à anulação”.
O presidente da subseção da OAB de Santos, Rodrigo Lyra, afirma que a posição da Ordem foi para manter a seriedade da instituição e acredita que os bacharéis não terão grandes problemas. “Quem tem capacidade terá condições de passar na próxima prova de qualquer maneira. A decisão mostra que a OAB não quer que candidatos despreparados sejam aprovados”.
Vazamento - A suspeita de vazamento surgiu na cidade de Osasco durante a aplicação da prova de Direito Penal na segunda fase do Exame de Ordem Unificado. Um candidato foi flagrado com uma folha com as respostas dentro de um Código Penal.
A OAB SP encaminhou o caso ao Conselho Federal da Ordem que, por sua vez, encaminhou à Polícia Federal para investigação urgente.
Em sua página do site de relacionamentos Twitter, o presidente D’Urso publicou os resultados da votação em tempo real e afirmou que agora o caso é de responsabilidade da polícia. “A palavra agora é com a Polícia Federal! É preciso apurar tudo! Punir quem precisa ser punido”, escreveu.
No Estado de São Paulo, se inscreveram 23.208 bacharéis em Direito na primeira fase. Desses, foram aprovados 4.779 para a segunda fase.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu, ontem, pela anulação da segunda fase do Exame de Ordem, que habilita bacharéis de direito a exercerem a advocacia. Na Baixada Santista, 199 candidatos que foram aprovados para a segunda fase serão atingidos pela decisão. Um novo exame foi marcado para o dia 11 de abril.
A correção das provas tinha sido suspensa na semana passada devido a suspeitas de vazamento do gabarito. A decisão pela anulação foi tomada pelo Colégio de Presidentes das 27 seccionais da OAB. Foram 23 votos pela anulação total, dois pela parcial e uma abstenção.
O presidente da OAB de São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, acredita que foi o melhor para a credibilidade do exame. “Lamentavelmente tivemos que enfrentar essa situação de que houve irregularidade no Exame de Ordem e levar à anulação dessa segunda fase, o que traz transtornos para os candidatos e para a instituição. Mas a credibilidade do exame estava em jogo e isso nos levou à anulação”.
O presidente da subseção da OAB de Santos, Rodrigo Lyra, afirma que a posição da Ordem foi para manter a seriedade da instituição e acredita que os bacharéis não terão grandes problemas. “Quem tem capacidade terá condições de passar na próxima prova de qualquer maneira. A decisão mostra que a OAB não quer que candidatos despreparados sejam aprovados”.
Vazamento - A suspeita de vazamento surgiu na cidade de Osasco durante a aplicação da prova de Direito Penal na segunda fase do Exame de Ordem Unificado. Um candidato foi flagrado com uma folha com as respostas dentro de um Código Penal.
A OAB SP encaminhou o caso ao Conselho Federal da Ordem que, por sua vez, encaminhou à Polícia Federal para investigação urgente.
Em sua página do site de relacionamentos Twitter, o presidente D’Urso publicou os resultados da votação em tempo real e afirmou que agora o caso é de responsabilidade da polícia. “A palavra agora é com a Polícia Federal! É preciso apurar tudo! Punir quem precisa ser punido”, escreveu.
No Estado de São Paulo, se inscreveram 23.208 bacharéis em Direito na primeira fase. Desses, foram aprovados 4.779 para a segunda fase.